Gestantes estão mais propensas a adquirir manchas no rosto

Incidência maior de manchas é decorrente das alterações hormonais das gestantes; cuidado com a pele deve ser redobrado na gravidez

 

Durante a gestação não há uma parte sequer do corpo da mulher que não sofra alterações em função das mudanças hormonais. Com o rosto não é diferente: o aumento da produção de hormônios femininos tende a tornar a pele facial mais oleosa, acarretando o surgimento de acnes e também das indesejáveis manchas.

 

Segundo Sylvia Monteiro, esteticista facial, é fácil identificar as manchas desse tipo. “As manchas gravídicas (ou melasmas) caracterizam-se pelo tamanho e cor escura, comuns na maçã do rosto, testa, nariz, lábio superior e têmporas. O surgimento está relacionado à gravidez e suas alterações hormonais, além do uso de anticoncepcionais, e tem fator desencadeante com a exposição solar”, conta.

 

Mas o ideal é evitar as manchas. A esteticista ressalta a importância do uso do filtro solar. “É imprescindível que as mulheres grávidas utilizem protetor com fator de proteção 15, diariamente, duas aplicações quando em permanência em lugares fechados; várias aplicações quando necessárias em atividades sob exposição mais direta aos raios solares. Além disto, tomar banho de sol antes das 10h e após as 16h, sempre com chapéu para reforçar a proteção. Os protetores solares com proteção maior que 30 na gravidez, representam exposição desnecessária e imprudente a substâncias químicas, por possuírem maior quantidade destas sem aumento proporcional de proteção”, alerta.

 

Sobre os tratamentos após a gravidez, a profissional afirma que as manchas gravídicas são as mais difíceis de serem tratadas, mas a associação de alguns procedimentos traz um resultado satisfatório. “Mesmo com a dificuldade, muitas delas desaparecem ou regridem espontaneamente após o término da gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento. No entanto, alguns procedimentos podem acelerar o seu desaparecimento, deixando a pele com uma cor mais uniforme. Peelings, dermoabrasão, despigmentante, laser e luz intensa pulsada são os tratamentos mais indicados.”

 

A esteticista afirma que o ideal é evitar a automedicação e procurar especialistas para tratar essas mudanças na pele, de acordo com o perfil de cada mulher.

 

Fonte: Fonte Comunicação.

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