Começou a vacinação contra a gripe em SP

 

Campanha visa atingir 11,8 milhões de paulistas, incluindo crianças a partir dos seis meses e menores de cinco anos,  idosos, gestantes e puérperas, entre outros grupos prioritários

 

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo pretende vacinar 11,8 milhões de paulistas contra o vírus Influenza, causador da gripe, a partir desta segunda-feira, 4 de maio. O número corresponde à meta de 80% das 14,7 milhões de pessoas que formam o público-alvo da campanha.

 

A dose estará disponível na rede pública para bebês a partir dos seis meses e crianças menores de cinco anos de idade. Também serão imunizados idosos a partir dos 60 anos, gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filhos nos últimos 45 dias), indígenas, funcionários do sistema prisional e a população privada de liberdade, além das pessoas diagnosticadas com doenças crônicas e os profissionais de saúde do Estado.

 

“A vacinação contra o Influenza é fundamental para evitar complicações decorrentes da gripe e doenças graves, como pneumonia”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria. “A vacina não tem capacidade alguma de provocar gripe em quem tomar a dose, já que é composta apenas de partículas do vírus que são incapazes de causar qualquer infecção”, destaca.

 

Além de imunizar a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009, a campanha também irá proteger a população contra outros dois tipos do vírus influenza - A (H3N2) e B. A vacina foi produzida pelo Instituto Butantan, órgão ligado à pasta, através de um processo de transferência de tecnologia.

 

Durante a campanha, haverá mais dois tipos de vacina: a pneumocócica 23-valente, responsável pela prevenção de doenças como pneumonia, meningite e bacteremia/septicemia (infecção generalizada do sangue). Ela será destinada especificamente aos idosos hospitalizados ou residentes em instituições como asilos e casas de repouso, às pessoas diagnosticadas com doenças crônicas (cardiovasculares, pulmonares, renais, diabetes mellitus, hepáticas e hemoglobinopatias) e aos imunodeprimidos (transplantados, com neoplasias e infectados pelo HIV). A outra vacina disponível será contra a difteria e tétano.

 

 

 

Fonte: Secretaria de Saúde de São Paulo.

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