Travesseiro só é indicado após os 2 anos de idade


Se utilizado abaixo dos 2 anos o travesseiro pode causar problemas, pois a coluna da criança ainda está em formação. Porém, adultos precisam usar e devem encontrar um tipo que se adeque ao seu modo de dormir

Mais do que proporcionar uma boa noite de sono, o travesseiro, com altura e suporte apropriados ao biótipo e à postura, é responsável por parte da saúde do corpo. Isso porque o travesseiro pode evitar, ao longo do tempo, problemas na coluna e desconfortos. Essa é a conclusão do fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna) e proprietário do ITC Vertebral Ribeirão Preto.

“Ele não deve ser nem muito alto e nem muito baixo, e varia de acordo com cada posição durante o sono. O pescoço deve ficar paralelo à cama. Ao dormir de barriga pra cima, o travesseiro deve ser bem fino para preencher e ocupar a curvatura da coluna cervical. Os que dormem de lado precisam usar um modelo para apoio da cabeça, em uma altura média que se encaixe perfeitamente entre ela e o colchão, formando um ângulo de 90 graus no pescoço - entre a cabeça e o ombro - e, assim, a cabeça não estará pendendo e nem muito elevada. Nesta posição, os joelhos deverão estar preferencialmente semiflexionados, com um travesseiro entre eles”, avalia.

Quando utilizados muito cedo, os travesseiros também podem ocasionar problemas na coluna das crianças, por isso o especialista indica que seja inserido, somente a partir de dois anos. “Até esta idade a criança está em desenvolvimento e há formação das curvaturas da coluna e não há necessidade de tanto apoio”, explica.

Martins garante que independente do tipo de travesseiro, seja de espuma compacta ou poliuretano, espuma viscoelástica, látex, fresh, molas, plumas e penas de ganso ou de altura regulável, o mais importante é a pessoa se sentir bem. “É fundamental preencher o espaço entre a cabeça e o colchão. O travesseiro varia de acordo com as diferenças antropométricas – verificação do peso corporal, de altura e circunferência abdominal - de cada um. Cada pessoa prefere um tipo diferente de material, porém acredito que os de poliuretano, espuma viscoelástica e os de penas são os mais confortáveis. O importante também é ficar atento ao prazo de validade, higienização e limpeza para evitar fungos”, lembra.

De acordo com o fisioterapeuta, o famoso modelo “Minhocão” não é somente indicado para gestantes, mas para qualquer pessoa. “O importante é estar bem apoiado. Dormir sem travesseiro é prejudicial para a coluna pois força a curvatura da cervical gerando uma grande pressão intradiscal e o aumento na tensão dos músculos. Isso acarreta em muitas dores e até mesmo, o surgimento de hérnias discais”.

Entre as dicas para a melhor aquisição, Giuliano Martins, orienta utilizar o travesseiro que ofereça maior conforto. “Peça sempre para alguém analisar a sua postura quando estiver deitado de lado para perceber se o pescoço e a cabeça estão paralelos a cama. A cabeça não pode estar pendendo e nem muito elevada”, finaliza.

Fonte: Assessoria de imprensa da ITC Vertebral .

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