5 dicas que podem ajudar os pais a falar sobre dinheiro com as crianças


Consultor financeiro dá orientações para ensinar aos pequenos conceitos básicos de economia doméstica

A educação financeira infantil não faz parte do currículo oficial das escolas brasileiras. É em casa e, muitas vezes, na prática, que as crianças aprendem a lidar com o dinheiro. Mas o que pais e familiares podem fazer para que os pequenos assimilem o necessário e consigam manter as finanças equilibradas quando adultos? Ricardo Figueiredo, consultor do Vida Investe (programa de educação financeira e previdenciária da Funcesp), dá algumas dicas de atitudes que podem fazer a diferença na educação financeira infantil. Confira abaixo as recomendações do especialista:

1. Começar a falar sobre o assunto cedo De acordo com Ricardo, é importante passar noções de gestão financeira para os pequenos desde cedo e não há idade certa para começar. A dica é falar a respeito quando os pais notarem que já há maturidade suficiente para compreensão. “Se trabalharmos alguns conceitos, a criança se torna menos propensa a virar um adulto gastador”, complementa o consultor.

2. Dar mesada ou semanada Destinar um valor mensal ou semanal às crianças é uma forma de proporcionar uma experiência prática de gestão financeira. “Os filhos se habituam a ter dinheiro, lidam com a responsabilidade de escolher o destino para o valor recebido e aprendem a administrar os gastos”, explica Ricardo.

3. Cobrar juros Os pais podem ainda aproveitar algumas situações para introduzir o conceito de juros, como no caso da criança pedir para o pai adiantar a compra de um brinquedo, mediante o abatimento do valor total em parcelas da mesada ou semanada. “Ao descontar um pouco a mais por mês ou semana, mostramos que temos diferentes escolhas e que cada uma tem um ônus e um bônus. A criança pode ter o que quer antes, mas, para adquirir o item sem o dinheiro necessário, deve pagar a mais por isso”, explica o especialista.

4. Ir ao mercado com as crianças Segundo Ricardo, levar a criança para fazer compras é uma oportunidade de mostrar que o relacionamento com o dinheiro é algo natural. “Também devemos aproveitar momentos como esses para falar a respeito do processo de escolha dos produtos e passar noções básicas sobre pesquisa de preço, por exemplo”.

5. Incentivar a economia Comprar um porquinho e estimular que a criança guarde parte da mesada ou semanada para, mais tarde, adquirir um bem maior, como um brinquedo ou jogo mais sofisticado, é uma forma de mostrar que poupar vale a pena. “Você percebe que a criança dá um valor diferente para o que ela compra com as economias do porquinho, porque ali teve o esforço dela”, completa Ricardo.

Fonte: Assessoria de imprensa da Funcesp.

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