Incontinência urinária afeta principalmente as mulheres e pode ser prevenida com pilates

 

Caracterizado pela perda involuntária de urina, o problema é comum e atinge duas vezes mais mulheres do que homens e pode ser causado por fatores como infecção do trato urinário, estresse emocional, gravidez, parto e envelhecimento. A incontinência pode ser por esforço, quando a pessoa não consegue reter a urina ao tossir, espirrar, rir, carregar peso ou fazer atividades físicas; de urgência, quando a vontade de urinar é tão forte que não dá tempo de chegar ao banheiro; ou por transbordamento, quando a bexiga está sempre cheia ou não se esvazia por completo.

 

No caso da gravidez, a frequência de idas ao banheiro aumenta principalmente nos últimos meses, quando o útero está mais dilatado e comprime a bexiga. Segundo uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, 40% das gestantes vão apresentar um ou mais episódios de incontinência urinária durante a gestação ou após o parto, e 35% das mulheres após a menopausa vão ter o problema ao fazer algum esforço.

 

Para reduzir as chances de apresentar o problema em qualquer fase da vida, as mulheres podem adotar técnicas como os exercícios de pilates, que fortalecem a região do assoalho pélvico e aumentam o controle sobre os músculos que seguram a urina. “Os exercícios aplicados trabalham mais as regiões do abdômen e pélvica, especialmente o períneo (área entre o ânus e a uretra).

 

Quem está gestante deve fazer uma avaliação do grau de força do assoalho pélvico para que os exercícios de contrair e relaxar possam ser inseridos no programa de atividades nas aulas de pilates”, destaca a fisioterapeuta e instrutora de pilates Mariana Novaes. Para começar a praticar, o ideal é procurar um profissional capacitado – as aulas podem ser individuais ou em pequenos grupos.

 

Além do pilates, existem outros tipos de tratamento, como a estimulação elétrica, que também visam a fortalecer os músculos da região pélvica, medicamentos e cirugias. Algumas técnicas comportamentais também podem ajudar a evitar acidentes, dependendo de sua gravidade, como:

 

- programar idas ao banheiro a cada duas horas em vez de esperar a necessidade de ir;

 

- evitar o consumo de bebidas alcoólicas ou com cafeína, como café, chá-preto e refrigerantes, pois elas podem atuar como diuréticas ou irritantes da bexiga;

 

- identificar os músculos que interrompem o fluxo urinário e fazer exercícios diários de contração e relaxamento;

 

- combater a prisão de ventre, uma vez que o funcionamento intestinal é importante para o controle da bexiga. Mudanças nos hábitos alimentares, prática de exercícios físicos e respeitar a vontade de ir ao banheiro podem melhorar bastante o problema.

 

 

Por Marisa Sei

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