Projeto inédito mobiliza instituições de ensino em prol das metas de desenvolvimento sustentável da ONU

 

Instituto Noa reconhece 40 “Escolas do Bem” que irão impactar aproximadamente 15 mil famílias  

 

Com o objetivo de aumentar o bem-estar das famílias em prol de uma sociedade melhor, o Instituo Noa (I-Noa) reconheceu no dia 18 de março, cerca de 40 escolas particulares que aderiram ao programa “Escolas do Bem”. A solenidade foi realizada no teatro do Sesc Sorocaba e contou com as presenças dos secretários municipais de educação de Sorocaba e de Votorantim, Flaviano Agostinho de Lima e Isabel de Moraes Cardoso, respectivamente; do deputado federal Vitor Lippi, do vereador Luis Santos e da gerente do Sesc Sorocaba, Claudia de Figueiredo.

 

Segundo a presidente do I-Noa, Lucy de Miguel, este é um programa inédito que mobiliza empresas privadas para o bem comum. “Transformar as cidades por meio de orientações aos pais, para que eles eduquem melhores cidadãos é o principal objetivo deste projeto. As escolas que aderiram se comprometem com algumas metas estipuladas pela Organização das Nações Unidas (ONU), relacionadas à alimentação, saúde, educação, redução das desigualdades, consumo consciente e fortalecimento de parcerias”, destacou a idealizadora do projeto.

 

Para o deputado federal Vitor Lippi, o Instituto Noa está sendo pioneiro ao trabalhar uma agenda global agindo localmente. “Quanto melhor pudermos preparar nossas crianças, com certeza teremos cidadãos mais conscientes no futuro. Este projeto coloca em prática a ideia de que não precisamos ser os melhores do mundo, mas sim melhores para o mundo”, afirmou o Lippi.

 

De acordo com o secretário de educação de Sorocaba, Flaviano Agostinho de Lima, o projeto é transformador por reconhecer os profissionais que se dedicam à educação. “O conteúdo levado para as escolas, por meio da Revista Na Mochila, é muito sério, relevante e inovador. Reconhecer o trabalho das escolas que investem em educação neste momento tão difícil de nosso País é um grande diferencial”, ressaltou Lima.

 

Na opinião da secretária de educação de Votorantim, Isabel de Moraes, trabalhar com as famílias é a melhor forma de impactar positivamente as cidades. “Estas famílias formam a nossa sociedade. Ao resgatarmos valores de respeito ao próximo e ao meio ambiente, com certeza isso irá ecoar nos lares, nas escolas e nas cidades”, observou.

 

Representando o presidente da Câmara Municipal de Sorocaba, o vereador Luis Santos lembrou que nem sempre o melhor ensino resulta em educação de qualidade. “Quando eu vejo um projeto chamado Escolas do Bem eu me identifico imediatamente, pois é nosso dever criar um futuro melhor para nossos filhos e netos. É louvável a preocupação do Instituto Noa de trabalhar para o bem comum”, concluiu.

 

Para a diretora do Colégio Objetivo, Maria Fernanda Tabacow, o projeto vem coroar uma relação ganha-ganha entre escola-comunidade. “Não adianta a escola desenvolver um excelente trabalho se ela não impactar a comunidade. É muito pouco nos limitarmos ao espaço da escola. É necessário levarmos temas ligados à nutrição, consumo consciente, entre outros, para as famílias e para a sociedade. A educação de qualidade não é somente um conjunto de conhecimento acadêmico, é preciso estabelecer vínculos com as famílias, e este projeto vai estreitar ainda mais a parceria escola-família. Essa interação dos pais com os filhos e da família com a escola é um despertar para uma nova consciência”, constatou.

 

Já a diretora da Escola Chácara Viva a Vida, Kátia Vergílio Scanavez, destacou o trabalho realizado pela presidente do I-Noa e editora da revista Na Mochila, Lucy de Miguel. “Somos parceiras desde a primeira edição da revista. É muito gratificante ser reconhecida, mas é melhor ainda ver os resultados do trabalho realizado por ela, que conseguiu reunir escolas de Sorocaba, Votorantim e de outras cidades da região em torno de um mesmo ideal, independentemente de filosofia ou metodologia utilizada. Estou muito feliz com todo esse sucesso”, comemorou Kátia.

 

 

Sobre o Projeto Escolas do Bem

O projeto Escolas do Bem foi criado pelo Instituto Noa com o objetivo de mobilizar as escolas particulares em uma grande rede do bem. Tem como princípios a importância de orientar e conscientizar os pais sobre o importante papel que cada um possui na formação dos cidadãos do futuro, preparando as crianças para viver e atuar em uma cidade melhor e mais sustentável.

 

“Trata-se de um programa de comunicação com as famílias, que visa orientar os pais e educadores, a partir de informações sobre como cuidar das crianças, com um conteúdo transformador”, garante a presidente do I-Noa, Lucy De Miguel.

 

As famílias receberão orientação por meio da revista Na Mochila sobre temas relacionados à infância, como: alimentação, saúde, comportamento, meio ambiente e importância do brincar, entre outros.

 

Em contrapartida, as escolas devem se comprometer com o cumprimento de seis das 17 metas estipuladas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para serem alcançadas até o ano de 2030:

 

  1. Melhorar a alimentação;

  2. Saúde de qualidade;

  3. Educação de qualidade;

  4. Redução das desigualdades;

  5. Consumo consciente;

  6.  Fortalecimento de parcerias.

 

“Em 2016 foi dada a largada para o cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma agenda assumida por quase 200 nações do mundo, incluindo o Brasil. Mas para que as mudanças aconteçam, o trabalho deve ser realizado localmente, ou seja, em cada município”, explica Lucy.

 

Segundo a presidente do I-Noa, o programa Escolas do Bem será direcionado também para escolas públicas por meio da revista Primeira Infância, um projeto que está sendo apresentado para várias Prefeituras de nossa região, voltado para pais que têm filhos nas creches e pré-escolas ou que são atendidos nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), com o objetivo de chegar até mesmo nas famílias que não têm os filhos na escola.

 

 

Sobre o Instituto Noa

Fundado em abril de 2014, o Instituto Noa (I-Noa) nasceu em Sorocaba com o objetivo de promover e garantir os direitos da criança e do adolescente, a partir do fortalecimento familiar e da melhora do nível de informação sobre o desenvolvimento infantil. Seus fundadores têm em comum a ideia de que está centrado na família o protagonismo para a transformação social que se espera para o mundo.

 

Além do Programa “Escolas do Bem”, o I-Noa planeja para este ano a segunda edição do Projeto Muito Mais, que tem como objetivo capacitar jornalistas e estudantes de Jornalismo em assuntos relacionados ao desenvolvimento da criança e do adolescente. A edição deste ano trará workshops sobre a Primeira Infância. Para conhecer mais, acesse: www.institutonoa.org.br.

 

 

Sobre a Revista Na Mochila

Fundada pela jornalista Lucy de Miguel, a Revista “Na Mochila” está completando sete anos de existência e tem uma tiragem de 15 mil exemplares que periodicamente são lidos por mais de 65 mil pessoas.

 

Segundo Lucy, desde que surgiu a ideia de levar conteúdo aos pais por meio de uma revista, a parceria com as escolas foi fundamental para fazer chegar as informações às mãos das famílias.  A proposta da Revista “Na Mochila” é orientar as famílias que têm filhos de 0 a 10 anos e nasceu da necessidade de sua fundadora, que tem um casal de filhos e teve a ideia de ajudar outros pais usando o jornalismo.

 

Desde 2009, o projeto vem crescendo e hoje o conteúdo impresso chega a 12 cidades da região.  Agora, as escolas que adotam este programa também recebem o título de “Escolas do Bem”, assumindo o compromisso de contribuir com seis dos 17 Objetivos de Desenvolvimento da ONU para a Agenda de 2030, por meio do conteúdo trabalhado em três canais de comunicação com as famílias: a revista Na Mochila impressa, website e nas redes sociais.

 

“O projeto “Na Mochila” alcançou um estágio de maturidade ao longo destes sete anos. Evoluímos ao ponto de estruturar um programa que dá o protagonismo às escolas, pois sem elas este programa não seria possível. E, se uma escola se preocupa com temas que vão além do ensino pedagógico, essa escola merece um título como esse”, conclui Lucy De Miguel.

 

 

Crédito das fotos: Gerson Matsumoto / Claudia Silva

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