Perda de audição em bebês, saiba como identificar

 

Eles não sabem falar, mas dão sinais de que não escutam bem

 

É fato que os bebês interagem com os adultos de várias maneiras, mesmo que ainda não seja por palavras. Eles esboçam um sorrisinho quando escutam a voz da mãe e se assustam, por exemplo, com barulhos mais altos, direcionando o olhar para saber o que está acontecendo. Por isso, preste atenção. Se a criança parece alheia aos sons ou tem mais de três anos e ainda demonstra dificuldade de formar palavras e se comunicar, estes são alguns indícios de que elas podem ter problemas auditivos.

 

“Podemos começar a suspeitar de dificuldades de audição quando, desde pequenininhas, as crianças não se assustam nem reagem a sons altos demais”, alerta a fonoaudióloga Marcella Vidal. “O ideal é fazer o teste da orelhinha assim que a criança nasce. Durante o teste, se for detectado algum problema, a criança será encaminhada para exames mais específicos”, explica a especialista.

 

Além do fator genético, há outros que podem fazer com que uma criança tenha danos auditivos, desde uma perda de oxigênio durante o parto até o uso de antibióticos, por exemplo. O importante é descobrir a deficiência o mais rápido possível.

 

“É fundamental diagnosticar a perda auditiva logo nos primeiros meses de vida, pois iniciar o tratamento cedo é o segredo para a criança ter um desenvolvimento dentro do esperado. Os pais devem logo procurar um médico otorrinolaringologista e uma fonoaudióloga se acharem que o bebê está demorando demais para emitir os primeiros sons”, aconselha Marcella, que complementa: "Se o tratamento demorar, mais tarde, no período escolar, essa deficiência poderá trazer dificuldades na aprendizagem e no convívio em sala de aula”, alerta.

 

“A audição tem papel vital no desenvolvimento da linguagem e da fala, importantes na comunicação e na interação social da criança. A perda auditiva, se não for tratada, pode acarretar uma série de limitações: timidez, retraimento, problemas de aprendizado e de relacionamento”. Quando a criança é maior, é mais fácil perceber a dificuldade de ouvir. Quem assiste à televisão com volume muito alto; não dá atenção ao que os pais falam e é muito disperso nas aulas pode, sim, ter algum problema auditivo”, explica a fonoaudióloga. Ela reforça que a troca na fala, quando acima dos três anos, também deve ser observada.

 

Fonte: Assessoria de imprensa da Telex Soluções Auditivas.

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