Diabetes Gestacional: saiba como evitar e monitorar

 

 Doce é receber a notícia, através de exames, de um positivo para a gravidez. Porém, é chegada a hora de se ter muitos cuidados durante a gestação.

 

Diversos exames devem ser realizados durante o pré-natal e um deles pode ser realizado em casa e poucos minutos, como os autotestes de diabetes vendidos em farmácia e que obtém resultados para um maior controle da diabetes gestacional, que atinge cerca de 7% das mulheres brasileiras nesta fase.

 

O exame de sangue deve ser feito no segundo trimestre da gravidez e pode ser controlado por testes caseiros pela urina, realizados em apenas um minuto. O que pode ocorrer são alterações moderadas nos níveis de glicose no sangue durante a gestação que aumentam o risco da mulher desenvolver diabetes no futuro.

 

Conforme pesquisa realizada, foram monitorados dados populacionais, pelo Institute Evaluatuve Sciences, no Canadá, mais de 15 mil mulheres com idades entre 20 e 49 anos que mostraram alterações na glicemia durante a gravidez e não receberam o diagnóstico de diabetes gestacional.

 

Estas informações foram comparadas por mais de 60 mil gestantes sem alterações no nível de açúcar no sangue. Todas estas mulheres a foram acompanhadas por mais de seis anos após o parto.

 

 

 

No final, aquelas que tinham anormalidade nas taxas de glicose tiveram um risco de cerca de 2,5 vezes maior desenvolver diabetes no futuro. A cada mil pessoas a taxa de incidência da doença foi de 5,04 casos entre aquelas com glicose alterada, e de 1,74

casos entre as que não apresentaram problema.

 

Este tipo de problema ocorre, em alguns casos, durante a gestação porque a placenta produz diversos hormônios que podem bloquear parcialmente a ação da insulina, como se a glândula não “desse conta” do recado nas pacientes com o diabetes gestacional.

 

Para entender melhor, a produção de insulina é insuficiente para que o corpo processe adequadamente o excesso de glicose que está em circulação.

Sintomas:

  • Idade materna mais avançada;

  • Ganho de peso excessivo durante a gestação;

  • Sobrepeso ou obesidade;

  • Sede excessiva;

  • Síndrome dos ovários policísticos;

  • Fome além do normal;

  • História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional;

  • História familiar de diabetes em parentes de 1º grau (pais e irmãos);

  • História de diabetes gestacional na mãe da gestante;

  • Hipertensão arterial na gestação;

  • Gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

“Para ter certeza de que está ou não com qualquer tipo de diabetes, é importante o monitoramento da doença. Através de um simples teste caseiro é possível detectar o problema ou mesmo descartar dúvidas”. Comenta Dra. Adriana Juliani.

 

O diabetes gestacional pode se regulariza logo após o nascimento do bebê – diferentemente dos outros tipos de diabetes, que duram a vida inteira. A boa notícia é que o aleitamento materno reduz o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto.

 

Manter uma alimentação balanceada e a prática regular de atividades físicas ajudam a manter uma boa saúde.

 

Fonte: Dra. Carolina Ynterian, bioquímica, especializada em biologia molecular.

 

Este conteúdo é compartilhado pelo Programa Escolas do Bem, do Instituto Noa.

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